
Médicos e enfermeiros vivem uma realidade que poucos outros profissionais enfrentam.
Plantões longos, vínculos confusos, contratos informais e, muitas vezes, ausência total de depósitos de FGTS.
O problema é que muitos aceitam isso como algo “normal”.
Não é.
Se você presta serviços com características de vínculo de emprego, o FGTS é um direito, e a ausência de depósitos pode gerar uma cobrança relevante.
O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço existe para proteger o trabalhador.
👉 Quando há vínculo de emprego, o empregador deve depositar mensalmente 8% da remuneração.
Isso vale independentemente de:
🟩 Chamar de “plantonista”, “prestador” ou “PJ” não elimina o direito ao FGTS.
Aqui está o ponto crítico.
Muitos profissionais da saúde são contratados como pessoa jurídica. Em alguns casos, isso é legítimo.
Mas, em muitos outros, é apenas uma forma de reduzir custos da empresa.
💬 Situação comum:
Médico cumpre escala fixa, recebe ordens, atua de forma contínua — mas é tratado como "PJ".
👉 Resultado: não há FGTS, férias, 13º., seguro-desemprego.

Segundo o advogado trabalhista Rodrigo Fortunato Goulart, doutor em direito, "o enquadramento como pessoa jurídica não afasta direitos trabalhistas quando, na prática, estão presentes os requisitos do vínculo de emprego.”
O que define o direito não é o contrato. É a realidade.
Você pode ter direito ao FGTS se houver:
👉 Se esses elementos estão presentes, há forte indicativo de vínculo.
🟩 Se você funciona como empregado, pode ter direito como empregado.
Aqui está o ponto que poucos calculam.
A ausência de FGTS não é um detalhe. É um prejuízo acumulado ao longo do tempo.
💬 Exemplo prático:
Um enfermeiro com remuneração de R$ 6.000/mês deixa de receber cerca de R$ 480 mensais de FGTS.
Em poucos anos, isso se transforma em um valor expressivo.
👉 Além disso, há:
Você precisa sair da percepção e ir para a análise.
Avalie:
👉 Além disso, reúna:
A área da saúde criou uma cultura de informalidade que beneficia instituições — não profissionais.
Você se adapta, trabalha, entrega resultado… e abre mão de direitos sem perceber.
💬 Se não há FGTS sendo depositado, a pergunta não é “isso é comum?”.
A pergunta correta é: isso é legal no seu caso?
Em caso de dúvidas sempre consulte um advogado trabalhista de sua confiança.

por Agência de Marketing Digital
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