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Auxílio-Acidente INSS

Sofreu um acidente de trabalho grave?
Veja seus direitos

Uma lesão permanente pode garantir renda complementar paga pelo INSS.

E o mais surpreendente: muitas pessoas têm esse direito e nunca chegam a pedir o benefício.

Quem pode ter direito ao Auxílio-Acidente?

Você pode ter direito ao benefício se sofreu acidente de trabalho e ficou com alguma limitação permanente, como:
Amputação de dedo, mão ou braço
Esmagamento de membros
Fraturas com sequelas
Perda parcial dos movimentos
Redução da força física
Limitação para carregar peso
Lesões permanentes na coluna
Queimaduras graves
Lesões em olhos ou audição
Acidentes com máquinas industriais

Sinais de que você pode ter direito

Você sofreu um acidente de trabalho?
Você recebeu Auxílio-Doença acidentário?
Você ficou com alguma sequela permanente?
Você sente dores, limitações ou dificuldade para executar atividades que realizava antes?
Precisou mudar a forma de trabalhar após o acidente?
Se respondeu SIM para uma ou mais perguntas, vale a pena analisar seu caso.

Verifique seu direito ao Auxílio-Acidente.
Quero analisar meu caso

Casos comuns

Trabalhador que perdeu parte de um dedo em serra ou prensa.
Operador de máquina que sofreu esmagamento de mão.
Motorista que ficou com limitações após acidente.
Pedreiro que desenvolveu sequelas permanentes após queda.
Empregado que sofreu queimaduras graves.
Trabalhador que perdeu força ou mobilidade após fratura.

O INSS negou seu pedido?

Muitos pedidos são negados mesmo quando o trabalhador possui direito ao benefício.

Em diversos casos, a negativa ocorre por erro na perícia ou pela ausência de documentos adequados.

Uma análise jurídica especializada pode identificar falhas e verificar a possibilidade de recurso ou ação judicial.

Recebeu uma negativa do INSS?
Solicitar revisão do caso

Documentos importantes

CAT – Comunicação de Acidente de Trabalho
Prontuários médicos
Exames e laudos
Receitas e relatórios médicos
Documentos do INSS
PPP
Dados da empresa
Não se preocupe caso não possua todos os documentos. Eles podem ser obtidos ou solicitados durante a análise do caso.

Fale com um advogado especialista

Cada caso possui características próprias.


Uma análise técnica pode identificar:
Se existe direito ao Auxílio-Acidente;
Qual a documentação necessária;
Se houve erro do INSS;
Se existem outros direitos decorrentes do acidente.
Clique no botão abaixo e solicite uma análise do seu caso.
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Rodrigo Fortunato Goulart - Advogado Trabalhista com 25 anos de experiência

OAB/PR sob nº 36.980

Rodrigo
Fortunato Goulart

•  25 anos de experiência na área trabalhista;
•  Mestre e Doutor em Direito - PUCPR;
•  Diretor do Departamento de Direito do Trabalho do Instituto dos Advogados do Paraná;
•  Professor de Relações trabalhistas e Saúde no 
Trabalho - Escola de Negócios PUCPR.
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FAQ

PERGUNTAS
FREQUENTES

As principais dúvidas de quem nos procura e as nossas respostas, de forma rápida e eficiente.

Se você foi mandado embora sem justa causa, tem direito a receber: salário dos dias trabalhados, aviso prévio (se não foi cumprido), férias proporcionais + 1/3, 13º salário proporcional, multa de 40% sobre o FGTS, além de poder sacar o FGTS e, se tiver direito, pedir o seguro-desemprego. Dependendo do seu caso, pode haver outros direitos.
O salário e o FGTS devem ser pagos na data certa. Se houver atrasos constantes, isso pode ser motivo para encerrar o contrato de trabalho por culpa do patrão (rescisão indireta). Além disso, o trabalhador pode receber juros e correções pelos dias de atraso e até uma indenização por danos morais, se for o caso.
Sim. Mesmo sem registro na carteira, você pode ter direito a todos os benefícios de um trabalhador com carteira assinada, como FGTS, férias, 13º salário, INSS e outros. Se o patrão não reconhece isso, é possível entrar na Justiça e apresentar provas para garantir seus direitos.
Se você sofreu um acidente de trabalho, pode ter direito a afastamento com pagamento do INSS, estabilidade no emprego depois que voltar ao trabalho e até indenização, dependendo do caso. Se o acidente deixou sequelas, pode haver direito à aposentadoria por invalidez, pensão vitalícia (paga pela empresa) ou outros benefícios.
As horas extras só podem ser exigidas dentro da lei. Se você trabalha além do horário normal, tem direito a receber um valor maior por cada hora extra (pelo menos 50% a mais do que a hora normal). Algumas categorias podem ter regras diferentes em acordo ou convenção coletiva.
Não. O patrão não pode mudar seu contrato de trabalho para piorar suas condições sem seu consentimento. Se isso acontecer e te prejudicar, você pode ter o direito de pedir a rescisão indireta do contrato e receber todas as verbas como se tivesse sido demitido sem justa causa.
A lei garante estabilidade para mulheres grávidas desde o início da gestação até cinco meses depois do parto. Se for demitida nesse período, pode pedir para ser reintegrada ao trabalho ou receber uma indenização.
Se o patrão manda um funcionário abrir uma empresa (CNPJ ou MEI) só para continuar trabalhando do mesmo jeito que antes, isso pode ser uma fraude chamada “pejotização”. Se houver subordinação, horário fixo e obrigações como as de um empregado, pode ser possível pedir na Justiça o reconhecimento do vínculo empregatício e receber todos os direitos previsto em lei.
Sempre que tiver dúvidas ou problemas no seu trabalho, como salário atrasado, demissão injusta, assédio, não pagamento de direitos, trabalho sem carteira assinada, entre outros. Um advogado pode orientar sobre o que fazer e se vale a pena entrar na Justiça.
Na consulta, o advogado analisa o seu caso, verifica documentos, esclarece dúvidas e explica quais são os possíveis caminhos para resolver o problema. Dependendo da situação, pode ser feito um acordo com a empresa ou, se necessário, uma ação na Justiça.
O valor depende do caso e do advogado. Cada profissional tem liberdade para estabelecer o preço dos seus serviços. Profissionais experientes podem cobrar um valor fixo pela consulta ou pelo processo, enquanto outros podem trabalhar com um percentual do valor que o cliente receber no final da ação (honorários em caso de vitória). Tudo deve ser combinado antes, de forma transparente.
O tempo pode variar bastante. Se houver um acordo, pode ser resolvido rapidamente. Mas, se precisar de uma decisão da Justiça, pode levar meses ou até anos, dependendo do caso e dos recursos.
Depende. Depois da Reforma Trabalhista, quem perde a ação pode ser condenado a pagar honorários ao advogado da outra parte, mas há exceções. Também pode haver custos do processo, dependendo do contrato feito com seu advogado. Por isso, é importante entender tudo antes de entrar com a ação.
Os documentos mais importantes são: carteira de trabalho física ou digital, holerites (contracheques), contrato de trabalho, comprovantes de pagamento, extrato do FGTS, carta de demissão e qualquer outro que mostre como era a relação de trabalho. Se não tiver todos, o advogado pode te orientar sobre como reunir provas.

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