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Perdi meu companheiro em um acidente de trabalho: quem cuida do futuro da nossa família agora?

26 de dezembro de 2025

🌱 Quando o trabalho tira uma vida, a lei existe para proteger quem ficou

🛑 O INSS ajuda agora. A pensão é o que protege o futuro dos filhos.

Perder quem a gente ama já é uma dor que não cabe em palavras.

Quando essa perda acontece porque ele saiu para trabalhar e não voltou, a dor vem acompanhada de medo. 😔

Medo do amanhã.
Medo de não conseguir sustentar os filhos.
Medo de ficar sozinha com responsabilidades que antes eram divididas. 💭

Se você está passando por isso, saiba de uma coisa importante desde o início:

você não está errada em pensar no futuro da sua família. 🤍


👩‍👧‍👦 Quando o acidente tira uma vida, o maior medo é não conseguir cuidar dos filhos

Nesse momento, quase ninguém pensa em processo.

O que vem à cabeça é:

  • Como vou pagar as contas?

  • Como vou criar meus filhos?

  • Como vai ser daqui para frente?

Essas perguntas são humanas.
São legítimas.
E merecem respeito. 🌷


🙏 Você não está pensando em dinheiro. Está pensando em sobreviver

Muitas mulheres sentem culpa por procurar informação.
Pensam que isso é “briga”, “confusão” ou “aproveitamento”.

Não é.

Buscar orientação é cuidar dos filhos,
é cuidar da casa,
é cuidar da dignidade da família que ficou. 🏠💞


⏳ A ajuda inicial da empresa costuma ser temporária

Quando acontece um acidente grave ou uma morte no trabalho, é comum que a empresa ajude no começo.

Isso pode incluir:

  • pagamento do hospital;

  • despesas com funeral;

  • algum seguro privado;

  • apoio financeiro inicial.

Essa ajuda é importante.
Mas é preciso dizer com muito cuidado:

essa ajuda não costuma durar para sempre. ⚠️


📄 Pagamento de hospital, enterro ou seguro não garante o sustento da família ao longo dos anos

Esses valores ajudam no momento mais difícil.
Mas eles não substituem a renda que seu companheiro levaria para casa por muitos anos.

Os filhos continuam crescendo. 👶➡️🧒
As despesas continuam.
A vida continua — mesmo com a dor. 💔

Por isso, a lei existe para proteger quem ficou.


🏛️ O INSS ajuda, mas nem sempre garante o futuro da família

É comum a família receber:

  • pensão por morte do INSS

  • algum benefício previdenciário

Esse valor ajuda.
Mas é importante entender algo essencial:

o que o INSS paga não isenta a empresa de responsabilidade quando houve falha no acidente.


⚖️ Quando a empresa pode ser obrigada a pagar pensão para a família

Se o acidente aconteceu porque:

  • faltou proteção;

  • não havia segurança adequada;

  • o trabalho era perigoso;

  • houve negligência ou omissão;

a lei pode garantir à família uma pensão paga pela empresa, além do INSS.

Essa pensão existe para:

  • garantir comida 🍞

  • garantir escola 🎒

  • garantir moradia 🏡

  • garantir dignidade 🌱


👶 A pensão não é favor. É proteção para os filhos

A pensão não é caridade.
Não é ajuda.
Não é “pedido”.

Ela existe porque ninguém deveria perder o sustento da família por uma falha no trabalho.

Advogado trabalhista em Curitiba

“Quando um trabalhador perde a vida, a preocupação da família não é justiça abstrata. É o futuro dos filhos. A lei existe para que essa dor não seja acompanhada de abandono.”

Rodrigo Fortunato Goulart, advogado trabalhista e Doutor em Direito, é especialista em indenizações por acidente de trabalho com morte


✍️❗ Não assine nenhum documento entregue pela empresa sem falar com um advogado de confiança

Esse ponto é muito importante.

Em momentos de dor, a empresa pode apresentar documentos para assinatura.
Muitos parecem simples.
Alguns dizem que são “apenas para ajudar”.

Mas alguns documentos podem encerrar direitos sem você perceber. ⚠️

Por isso:

  • não assine com pressa;

  • não assine sem entender;

  • não assine sozinha.


📑 Muitos documentos parecem ajuda, mas podem tirar direitos no futuro

Infelizmente, é comum que famílias assinem papéis sem saber que estão abrindo mão de proteção.

Depois, quando procuram ajuda, descobrem que:

  • direitos foram encerrados;

  • valores não podem mais ser discutidos;

  • a pensão foi perdida.

Informação antes protege.
Informação depois nem sempre resolve. 🛡️


⚖️🤝 O advogado trabalhista cuida do seu caso e do futuro dos seus filhos

Casos de acidente de trabalho com morte são delicados.
Exigem sensibilidade.
E exigem conhecimento específico.

O advogado trabalhista é quem:

  • analisa se houve falha da empresa;

  • avalia direito à pensão;

  • orienta antes de qualquer assinatura;

  • protege a família ao longo do tempo.


🕊️ Você não precisa decidir nada agora. Mas precisa estar protegida

Ninguém espera que você tome decisões imediatas.
O luto precisa de tempo.

Mas informação é proteção.
E proteção é cuidado com quem ficou. 🤍


📌 Conclusão

Se você perdeu seu companheiro em um acidente de trabalho e tem dúvidas sobre pensão, sustento e proteção da sua família, buscar orientação jurídica trabalhista especializada pode trazer clareza e segurança.

Cada situação precisa ser analisada com respeito, cuidado e atenção à realidade de quem ficou. 🌷

Advogado Trabalhista em Curitiba
Rodrigo Fortunato Goulart
OAB/PR sob nº 36.980
Com 25 anos de experiência na área trabalhista, é Mestre e Doutor em Direito pela PUCPR, Diretor do Departamento de Direito do Trabalho do Instituto dos Advogados do Paraná e Professor de Relações Trabalhistas e Saúde no Trabalho na Escola de Negócios da PUCPR.
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FAQ

PERGUNTAS
FREQUENTES

As principais dúvidas de quem nos procura e as nossas respostas, de forma rápida e eficiente.

Se você foi mandado embora sem justa causa, tem direito a receber: salário dos dias trabalhados, aviso prévio (se não foi cumprido), férias proporcionais + 1/3, 13º salário proporcional, multa de 40% sobre o FGTS, além de poder sacar o FGTS e, se tiver direito, pedir o seguro-desemprego. Dependendo do seu caso, pode haver outros direitos.
O salário e o FGTS devem ser pagos na data certa. Se houver atrasos constantes, isso pode ser motivo para encerrar o contrato de trabalho por culpa do patrão (rescisão indireta). Além disso, o trabalhador pode receber juros e correções pelos dias de atraso e até uma indenização por danos morais, se for o caso.
Sim. Mesmo sem registro na carteira, você pode ter direito a todos os benefícios de um trabalhador com carteira assinada, como FGTS, férias, 13º salário, INSS e outros. Se o patrão não reconhece isso, é possível entrar na Justiça e apresentar provas para garantir seus direitos.
Se você sofreu um acidente de trabalho, pode ter direito a afastamento com pagamento do INSS, estabilidade no emprego depois que voltar ao trabalho e até indenização, dependendo do caso. Se o acidente deixou sequelas, pode haver direito à aposentadoria por invalidez, pensão vitalícia (paga pela empresa) ou outros benefícios.
As horas extras só podem ser exigidas dentro da lei. Se você trabalha além do horário normal, tem direito a receber um valor maior por cada hora extra (pelo menos 50% a mais do que a hora normal). Algumas categorias podem ter regras diferentes em acordo ou convenção coletiva.
Não. O patrão não pode mudar seu contrato de trabalho para piorar suas condições sem seu consentimento. Se isso acontecer e te prejudicar, você pode ter o direito de pedir a rescisão indireta do contrato e receber todas as verbas como se tivesse sido demitido sem justa causa.
A lei garante estabilidade para mulheres grávidas desde o início da gestação até cinco meses depois do parto. Se for demitida nesse período, pode pedir para ser reintegrada ao trabalho ou receber uma indenização.
Se o patrão manda um funcionário abrir uma empresa (CNPJ ou MEI) só para continuar trabalhando do mesmo jeito que antes, isso pode ser uma fraude chamada “pejotização”. Se houver subordinação, horário fixo e obrigações como as de um empregado, pode ser possível pedir na Justiça o reconhecimento do vínculo empregatício e receber todos os direitos previsto em lei.
Sempre que tiver dúvidas ou problemas no seu trabalho, como salário atrasado, demissão injusta, assédio, não pagamento de direitos, trabalho sem carteira assinada, entre outros. Um advogado pode orientar sobre o que fazer e se vale a pena entrar na Justiça.
Na consulta, o advogado analisa o seu caso, verifica documentos, esclarece dúvidas e explica quais são os possíveis caminhos para resolver o problema. Dependendo da situação, pode ser feito um acordo com a empresa ou, se necessário, uma ação na Justiça.
O valor depende do caso e do advogado. Cada profissional tem liberdade para estabelecer o preço dos seus serviços. Profissionais experientes podem cobrar um valor fixo pela consulta ou pelo processo, enquanto outros podem trabalhar com um percentual do valor que o cliente receber no final da ação (honorários em caso de vitória). Tudo deve ser combinado antes, de forma transparente.
O tempo pode variar bastante. Se houver um acordo, pode ser resolvido rapidamente. Mas, se precisar de uma decisão da Justiça, pode levar meses ou até anos, dependendo do caso e dos recursos.
Depende. Depois da Reforma Trabalhista, quem perde a ação pode ser condenado a pagar honorários ao advogado da outra parte, mas há exceções. Também pode haver custos do processo, dependendo do contrato feito com seu advogado. Por isso, é importante entender tudo antes de entrar com a ação.
Os documentos mais importantes são: carteira de trabalho física ou digital, holerites (contracheques), contrato de trabalho, comprovantes de pagamento, extrato do FGTS, carta de demissão e qualquer outro que mostre como era a relação de trabalho. Se não tiver todos, o advogado pode te orientar sobre como reunir provas.

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