
Depois do acidente, a vida segue.
Ou pelo menos parece seguir.
Você volta ao trabalho.
Recebe salário.
Cumpre sua função.
Mas algo mudou.
A dor permanece.
A força diminui.
O rendimento já não é o mesmo.
É exatamente nesse momento que muitos trabalhadores perdem um direito importante, não porque não tenham sequelas, mas por falta de informação: o auxílio-acidente.
Este texto foi escrito para você que ainda está em dúvida, sente medo ou insegurança e quer entender, com clareza, se pode ter direito a esse benefício — mesmo trabalhando normalmente.
O auxílio-acidente é um benefício pago pelo INSS ao trabalhador que, após um acidente de trabalho ou doença ocupacional, fica com sequela permanente que reduz sua capacidade para o trabalho.
📌 Ele não substitui o salário
📌 Ele é pago junto com o salário
📌 Ele existe para indenizar uma perda definitiva da capacidade laboral
Esse ponto é essencial — e costuma ser mal explicado pelo próprio INSS.
Tem direito ao auxílio-acidente o trabalhador que, após o término do auxílio-doença, permanece com sequela permanente que reduz sua capacidade de trabalho.
O benefício deve começar a ser pago imediatamente após a alta do auxílio-doença e pode ser recebido junto com o salário, até a aposentadoria.
🔎 Esse detalhe faz muita diferença — e muita gente só descobre tarde demais.
Na prática, o que costuma acontecer é o seguinte:
🟩 Muitos trabalhadores só descobrem o auxílio-acidente anos depois — perdendo valores que poderiam ter sido pagos desde a alta médica.
Essa confusão é muito comum — e custa caro.
📌 Auxílio-doença
• benefício temporário
• pago enquanto há incapacidade para o trabalho
• termina quando o segurado recebe alta
📌 Auxílio-acidente
• benefício indenizatório
• pago quando a sequela é permanente
• continua sendo pago até a aposentadoria
Ou seja:
👉 o auxílio-acidente vem depois do auxílio-doença
👉 ele existe porque o dano ficou, mesmo com o retorno ao trabalho

Segundo o advogado trabalhista Rodrigo Fortunato Goulart, doutor em direito,
“o auxílio-acidente nasce quando o auxílio-doença termina, mas a sequela permanece.”
Sim. Pode.
E isso precisa ficar muito claro.
⚠️ O auxílio-acidente:
Ele existe não porque você não pode trabalhar,
mas porque você trabalha com uma capacidade reduzida.
✔️ É possível trabalhar
✔️ Receber salário
✔️ E, ao mesmo tempo, receber auxílio-acidente
Essa confusão gera medo desnecessário.
📌 Aposentadoria por invalidez
• incapacidade total e permanente
• afastamento definitivo do trabalho
📌 Auxílio-acidente
• trabalhador permanece ativo
• há perda parcial e definitiva da capacidade
• funciona como indenização mensal
Misturar esses conceitos faz muitos trabalhadores abrirem mão de um direito sem necessidade.
Alguns exemplos comuns:
⚠️ Não é preciso ficar inválido.
Basta que a capacidade de trabalho tenha sido reduzida de forma permanente.
Antes de agir, alguns cuidados ajudam muito:
✔️ laudos e exames médicos
✔️ histórico do auxílio-doença
✔️ CAT (se houver)
✔️ relatórios médicos indicando sequela
✔️ documentos do retorno ao trabalho
Além disso, conteúdos do blog sobre acidente de trabalho, doença ocupacional e sequelas permanentes podem ajudar a esclarecer o cenário.
🎗️ Ainda está em dúvida se esse é o seu caso?
Se você:
⚠️ vale buscar informação antes que o tempo passe.
Muitos trabalhadores só descobrem esse direito anos depois, quando já deixaram de receber valores que poderiam ter sido pagos desde a alta médica.
💬 Uma orientação jurídica especializada não obriga ninguém a pedir o benefício,
mas ajuda a entender se o direito existe e desde quando.
Se o acidente deixou sequelas permanentes, o auxílio-acidente merece ser avaliado com atenção.
Ele:
Informação protege.
E proteção evita arrependimentos no futuro.
Veja também:
Acidente de trabalho: Direitos do trabalhador e sua família
Qual o valor da pensão por morte em caso de acidente de trabalho?

por Agência de Marketing Digital
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