
Perder parte do braço em um acidente de trabalho não é apenas uma lesão física.
É uma ruptura brusca na vida profissional, familiar e emocional do trabalhador.
Talvez você esteja se perguntando:
“Será que isso poderia ter sido evitado?”
Ou ainda: “Será que tenho algum direito que não me explicaram?”
Essa dúvida é legítima. E, sim, existe solução jurídica, desde que o caso seja analisado com cuidado.
Amputação de braço ocorre quando o trabalhador perde parte ou a totalidade do membro superior, geralmente do cotovelo para baixo, em razão de um acidente ligado ao trabalho.
👉 Ou seja, não se trata apenas de cortes.
👉 Estamos falando de perda definitiva da função.
📌 Esse tipo de acidente é classificado como grave pela legislação trabalhista e previdenciária.
A amputação do braço quase sempre indica falha grave de segurança, ausência de proteção adequada ou risco não controlado no ambiente de trabalho.
🏭 Onde esses acidentes mais acontecem no Brasil?
Embora possam ocorrer em vários setores, os dados mostram um padrão claro.
🎗️ Indústrias e ambientes com máquinas
Metalúrgicas, fábricas, linhas de produção e oficinas mecânicas lideram os casos.
Além disso, prensas, tornos, serras e máquinas de corte estão entre as maiores causadoras.
🎗️ Frigoríficos e agroindústria
O uso intenso de equipamentos cortantes, aliado à pressão por produtividade, eleva o risco.
Portanto, mãos e braços ficam constantemente expostos.
🎗️ Construção civil
Máquinas improvisadas, ferramentas sem proteção e falhas de treinamento são comuns.
Assim, o perigo se torna diário.
👉 Em todos esses cenários, o braço costuma ser o primeiro a ser atingido.
Essa frase aparece em quase todos os relatos reais.
O trabalhador não estava brincando.
Não estava desatento.
Estava cumprindo ordens.

Segundo o advogado trabalhista Rodrigo Fortunato Goulart, doutor em direito,
“Em amputações de braço, raramente o problema está no trabalhador. Quase sempre, ele está na estrutura, na máquina ou na gestão do risco.”
Essa constatação muda tudo.
Aqui surge uma das maiores angústias: o medo de não ter direito a nada.
Contudo, na maioria dos casos, isso não é verdade.
💰 Direitos que podem existir, conforme o caso:
📌 Cada caso exige análise técnica. Generalizações são perigosas.
Mesmo quando a empresa afirma que “fornecia EPI”, isso não encerra a discussão.
O foco está na eficácia real da proteção e na prevenção do risco.
Alguns exemplos comuns do cotidiano:
Ou seja, o acidente não acontece do nada. Ele é construído aos poucos.
Antes de qualquer decisão precipitada, respire.
Depois disso, organize informações.
⚖️ Passos importantes:
Muitos profissionais qualificados hesitam porque ocupam cargos de confiança.
Eles pensam que isso impede qualquer direito.
No entanto, cargo de confiança não autoriza exposição ao risco.
A dignidade do trabalhador vem antes do cargo.
Esse é um ponto que precisa ser dito com clareza.
A amputação de braço é um dos acidentes mais devastadores do trabalho.
Ela deixa marcas visíveis e invisíveis.
Por isso, antes de desistir ou agir por impulso, informe-se.
Conhecimento jurídico reduz medo, insegurança e injustiça.
Buscar orientação especializada não é confronto.
É cuidado consigo mesmo e com sua história.
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por Agência de Marketing Digital
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